quinta-feira, 23 de junho de 2016

5º (Marcos) - A Escola é No Deserto!

Marcos: Cap. 1. Ver. 12-13.

Introdução:
É difícil conceber a ideia de que no deserto teríamos algumas vantagens, mais é nos desertos da vida que o Senhor nos ensina grandes lições!

I - Logo em seguida, o Espírito o dirigiu para o deserto...
Marcos nos afirma que esse evento aconteceu logo após do seu batismo em águas, Jesus está sendo conduzido ao deserto e lá Ele ficará em alguns momentos sozinho, toda a nossa vida de comunhão com Deus acontece no anonimato, longe dos olhos alheios, é nesse momento que desfrutamos de uma sincera e profunda comunhão!

II - Ali esteve Ele por quarenta dias...
Moisés passou quarenta dias no monte Sinai na presença do Senhor, Cristo passou quarenta dias em jejum e oração; enquanto o primeiro recebe forças vinda da Glória de Deus, o segundo esvazia de sua própria glória, para se tornar em um perfeito sacrifício.

III - Sendo tentado por satanás...
Não obstante o sacrifício, o adversário O tenta com a finalidade de derruba-lo; como se não bastasse à dor e aflição comum, o adversário ainda lança tropeços na vida do servo do Senhor.

IV - Viveu entre as feras selvagens...
Estava travada uma luta gigantesca no mundo espiritual, existe um reino organizado contra a vontade de Deus, porque não temos que lutar contra a carne e o sangue (Ef Cap. 6. Ver 12).

V - E os anjos o serviram...
Nos momentos de grandes lutas e investidas do adversário, Deus enviou os seus anjos para ajudá-lo, Jesus O Servo perfeito estava a cumprir a vontade de Deus, O Espírito de Deus estava sobre Jesus O capacitando e os anjos O estavam servindo, Deus envia auxilio para O Filho que estava a cumprir a vontade do Pai.

Conclusão:
Deus não despreza seus filhos na dura jornada, se o auxílio de Deus não chegou ainda na tua lida, descanse neste deserto, pois, Ele virá em seu Socorro!

17º (Marcos) - O Perigo Da Competição Predatória

Marcos: Cap. 9. Ver. 33-37.


Introdução: Vivendo em meio a uma sociedade envolvida na competição predatória, os discípulos de Jesus Cristo foram envolvidos no mesmo comportamento nocivo ao relacionamento. Esse erro já derrubou muitos ilustres personagens na historia da criação.



I - E chegou a Cafarnaum e, entrando em casa...

Provavelmente esta era a casa de Pedro onde se tornou também a casa de Jesus (Mc 1. 21; 29).


II - Perguntou-lhes: Que estáveis vós discutindo pelo caminho?...

Constantemente esquecemos que Jesus Cristo deseja saber de todas as nossas discussões, e bem verdade é, que muitas seriam solucionadas ao serem apresentada ao Nosso Senhor em oração.


III - Mais eles calaram-se...

Tem momento que Deus nos cala quando nos interroga, foi assim com o patriarca Jó, diante de sua provação, quando seu coração se elevou em discursos Deus se manifestou (Jó 38. 1-3; 42.1-6).


IV - Porque pelo caminho tinham disputado entre si qual era o maior...

Cristo acabara de ensinar sobre a sua missão e os discípulos por suas ações, revela que não havia compreendido o Mestre, o sistema do mundo está mergulhado em uma competição predatória e essa atitude tem adentrado também no coração de muitos crentes (Tg 4. 1-4).


V - E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes...

Os discípulos estão vivendo em contentas e o Bom Mestre toma um assento e convoca os 12 e passa a ensina-lhe, é da vontade do Senhor que cheguemos ao pleno conhecimento da verdade.


VI - Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos...

É incrível, mais surge em nosso meio um sentimento de servir mais para sermos maior em relação ao outro, o problema não está no servir e sim na intenção do serviço. Vamos observar um servo chamado José: Servo dos seus irmãos (Gn 37. 2), Servo do seu Pai (Gn 37. 13-14), Servo de Potifar (Gn 39. 1-4), Servo de Deus (Gn 39. 7-9), Servo do carcereiro (Gn 39. 20-23), Servo dos presos (Gn 40. 1;5;7;12;18), Servo de Faraó (Gn 41. 38-41), Servo do mundo antigo (Gn 41. 56-57) Servo da família (Gn 45. 4-8).


VII - E, lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou...

A solução para a contenda dos discípulos foi a apresentação de uma criança, temos que nos tornar como uma criança ao desejar o leite espiritual da palavra (Pe 2. 2), em confiar no Pai Celestial que nos alimentará e vestirá (Mt 6.25) em ser inseto de malicia (1Co 14. 20) e na humildade (Rm 12.16).


Conclusão:

Que possamos adquirir de Deus a graça de sermos agradecidos por tudo que Ele nos tem concedido, que possamos nos alegrar com as bênçãos que o Senhor nos tem concedido (Ec 6.9).

terça-feira, 21 de junho de 2016

3º (Marcos) - A verdadeira humildade

Marcos: Cap. 1. Ver. 6-8.

Introdução: 
Uma vida de abnegação muitos homens já tentaram viver, se mostrar uma pessoa piedosa, que respeita a Deus é alvo de muitas pessoas, uma com bons propósitos outros nem tanto assim, mais a verdadeira humildade não se encontra no discurso ou na aparência e sim em um sincero e profundo reconhecimento...

I - E João andava vestido de pelos de camelo, e com um cinto de couro em redor dos seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre...
As vestes de João é um tanto estranha, única veste ou estilo de veste, talvez seja isso que mais chamou a atenção na época; ele sempre usava aquela roupa ou estilo de veste e por isso todos o conhecia... A sua roupa não tinha como propósito demostrar a sua humildade, sua veste era apropriada ao lugar que ele pertencia, ao deserto, o porque da veste? Para o calor intenso do dia e o frio intenso da noite; não é novidade para ninguém, as roupas falam muitas coisas daquilo que somos de onde somos que grupo nós pertencemos e que lugares frequentamos.

II - E pregava dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas...
Aqui chegamos a um ponto importante do conhecimento dos fatos, “mais forte do que eu” há um duplo reconhecimento aqui por parte do profeta, primeiro reconhecimento: quem sou eu? Segundo reconhecimento: quem é Ele? O caminho da humildade do espirito humano é este o meu eu comparado com o Eu de Jesus Cristo...

III - Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espirito Santo...
A humildade do profeta não era resultado de um sentimento de pequenez; isso é complexo de inferioridade. A humildade de João o Batista consistia em entender a sua posição em primeira instancia: Quem sou eu? Eu sou o ultimo dos nascidos de mulher que levará sobre os ombros o ministério profético, preparo o caminho para a vinda do próprio filho de Deus, tenho a autoridade de batizar, tenho a revelação de Deus acerca do Messias, ocupo um lugar de destaque no Reino de Deus, sou o primeiro a anunciar a sua chegada, porém, quem é Ele? Ele é o escolhido, é o filho de Deus, é o Maravilhoso, o conselheiro, o Deus forte, o Pai da Eternidade o príncipe da paz; Ele ligará o homem a Deus, purificará as almas e trará de voltar o Espirito Santo ao batizar todo àquele que Nele crer com o Espirito Santo e com fogo! Eu sou grande, mais Ele é mais forte do que eu, quem sou eu diante dele? Sou um indigno, não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas.


Conclusão: 
Em que consiste a nossa humildade? Em dá esmolas? Em irmos à igreja? Em sermos boas pessoas? O que são esses adjetivos diante da perfeição Dele? É a nossa bondade que nos levou a Deus? De modo nenhum! É o grande amor de Deus que nos atrai a Ele, porque Dele e por Ele e para Ele são todas as coisas, por isso, a Ele a gloria eternamente e amém.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

As bênçãos do tempo da Graça

V - As bênçãos do tempo da Graça
Texto Tt 2.11-14
Introdução: Há uma diferença gritante entre a dispensação da Lei e a dispensação da Graça, tanto na expiação do pecado quanto a comunhão com Deus

1º A benção concernente a Salvação (Ef  2.1-10)

  • Regeneração (Ef  2.1-5)
  • Justificação (Ef  2.6-9)
  • Santificação (Ef  2.10)

2º A benção concernente a comunhão (Jl 2.28-32)

  • Habitado pelo Espírito Santo (Jo 20.19-23)
  • Selado pelo Espírito Santo (Ef 1.13-14)

3º A benção concernente o serviço

  • Iluminado Pelo Espírito Santo (Lc 24.44-49)
  • Cheio do Espírito Santo (Lc 1.13.17)
  • Guiado Pelo Espírito Santo (Mt 4.1)
  • Cheio do penhor do Espírito Santo (At 1.8)

4º A benção concernente os dons

  • Dons de Deus (Rm 12.3-9)
  • Dons do Filho (Ef 4.7-14)
  • Dons do Espírito Santo (1Co 12.4-11)

Conclusão: Estamos vivendo a melhor das dispensações, que Deus nos ajude a sermos salvos em Cristo Jesus e manter a comunhão com Deus através do Espírito Santo.